Os meus clientes…

A Joana é uma artista plástica versátil, emotiva, que expressa nos seus quadros muito dos seus sentimentos multipolares e reconstrói o caleidoscópio do seu imaginário de infância…

Os grãos de café orgânicos são uma revelação. Cada gole parece uma viagem. Acessórios trabalhados adicionam um toque de elegância à minha casa.

De chás de origem sustentável a vasos chiques, esta loja é um tesouro. Adoro saber que as minhas compras contribuem para um planeta mais verde.

A Joana é uma artista plástica versátil, emotiva, que expressa nos seus quadros muito dos seus sentimentos multipolares e reconstrói o caleidoscópio do seu imaginário de infância. Gosto tanto da ilustração e do guache como do acrílico e técnica mista. A sua combinação das cores, ora frias, ora quentes, é uma das suas originalidades. O díptico  “Entre Margens” (2014) que tenho no meu quarto, na Lourinhã, em tons rosa, vermelho, turquesa e branco sujo (o primeiro), e azulado  e violeta (o segundo painel), remete para a ideia onírica do (e)terno retorno. Às vezes acordo, às tantas da noite, e já me tem acontecido “sentir” as cores e as formas a interagir como se fossem magma incandescente. 

A Joana é uma artista plástica versátil, emotiva, que expressa nos seus quadros muito dos seus sentimentos multipolares e reconstrói o caleidoscópio do seu imaginário de infância. Gosto tanto da ilustração e do guache como do acrílico e técnica mista. A sua combinação das cores, ora frias, ora quentes, é uma das suas originalidades. O díptico  “Entre Margens” (2014) que tenho no meu quarto, na Lourinhã, em tons rosa, vermelho, turquesa e branco sujo (o primeiro), e azulado  e violeta (o segundo painel), remete para a ideia onírica do (e)terno retorno. Às vezes acordo, às tantas da noite, e já me tem acontecido “sentir” as cores e as formas a interagir como se fossem magma incandescente. 

A Joana é uma artista plástica versátil, emotiva, que expressa nos seus quadros muito dos seus sentimentos multipolares e reconstrói o caleidoscópio do seu imaginário de infância. Gosto tanto da ilustração e do guache como do acrílico e técnica mista. A sua combinação das cores, ora frias, ora quentes, é uma das suas originalidades. O díptico  “Entre Margens” (2014) que tenho no meu quarto, na Lourinhã, em tons rosa, vermelho, turquesa e branco sujo (o primeiro), e azulado  e violeta (o segundo painel), remete para a ideia onírica do (e)terno retorno. Às vezes acordo, às tantas da noite, e já me tem acontecido “sentir” as cores e as formas a interagir como se fossem magma incandescente. 

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